quinta-feira, 31 de março de 2016

E QUANDO A MAMÃE VOLTAR A TRABALHAR...

Esse assunto é muito importante e resolvi comentar pois em breve estarei passando por isso!

O que vejo hoje são muitas mães me dizendo que é doloroso deixar os bebês com outras pessoas e irem trabalhar.

Mas se a gente realmente precisa, não temos escolhas não é mesmo?

O que eu indico e que está me fazendo muito bem é preparar o bebê para esse momento e como fazer isso?

Simples, desde que a Laura nasceu, eu a deixo algumas horas na casa das vovós, as vezes tenho meus compromissos e deixo por mais tempo.

Teve uma única vez que senti meu coração apertado, pois fomos em um casamento e eu não conseguia contato com a vovó, pois no lugar não tinha sinal e posso confessar que sim fiquei em desespero e qual mãe não ficaria? Mas ao chegar em ver que estava tudo bem, fiquei mais tranquila e aliviada.

Hoje existem muitas ferramentas que as mamães podem usar para controlar seus filhos, existem babás eletrônicas que são ligadas no celular da mãe e ela pode ver o bebê a hora que quiser e existem muitas escolinhas boas e recomendadas, vai das condições financeiras dos pais e de não ter outras opções para com o bebê.

Por enquanto vou deixar com as vovós e acredito que será super bom e saudável para ela ir se adaptando com ambas casas, assim ela não terá preferências e sempre vai gostar igual das duas.. rsrsrs

O bebê tem que se acostumar a ir com todos, ficar na casa dos avós, dindos, tios, isso é bom para o relacionamento dele com as pessoas pois vai se tornar um bebê fácil de lidar, bem sociável com todos, pois um dia serão adultos, terão que trabalhar, estudar e não depender mais da gente.

Lembre-se sempre de deixar a bolsa completa com a as mamadeiras, o leite, as roupas, tudo oque eles precisam para não ocorrerem imprevistos, deixe uma lista com os horários das mamadas, das frutinhas, sucos, sopinhas, etc para quem for cuidar de seu bebê e ligue se não se sentir segura para saber se está tudo ocorrendo da melhor forma.

Explique ao seu bebê que já vai voltar para ele entender que você vai retornar a buscá-lo e ele não se sentir abandonado.

Algo fundamental para a minha bebê não se sentir sozinha é a naninha, com ela, ela se sente segura e tranquila.

Sugiro aos papais comprarem uma para seus bebês e acostumarem desde o nascimento.

Mães, vamos torcer para que todas nós tenhamos força para aguentarmos ficar longe de nossos bebês, eu sei que para mim não será nada fácil e logo que isso ocorrer venho aqui contar como foi minha experiência longe da Laura.

Eu estava procurando no google mais conteúdo sobre esse assunto e achei no site www.mdemulherabril.com.br uma reportagem exclusiva sobre o assunto que vale a pena comentar aqui

Com quem deixar o bebê?


1. Se os pais optaram por deixar a criança no berçário, no que é importante prestar atenção?
Ely Harasawa, psicóloga da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, de São Paulo, explica que há uma série de condições que devem ser verificadas. "Em relação às instalações, é importante checar se o espaço é seguro e se não existem armadilhas que podem machucar a criança, como escadas e desníveis. Além disso, o lugar precisa ser arejado e limpo.
Mesmo para os mais pequeninos, a estimulação é fundamental para o desenvolvimento. Para isso, escolha um estabelecimento que proporcione brincadeiras que mexam com os sentidos, utilizando brinquedos, música, decoração e contato humano. Também é muito importante saber se o berçário oferece uma quantidade de profissionais suficiente para atender às crianças. No caso de bebês, a proporção ideal é de um adulto para cada três bebês de até 6 meses de idade. Na medida em que eles vão crescendo, um adulto consegue tomar conta de um número maior de crianças.

Por fim, a mãe deve se sentir bem e confiante em relação ao estabelecimento. De nada adianta que ele atenda a todos os requisitos se o ambiente não inspira confiança porque esse desconforto da mãe acabará sendo transmitido ao bebê. Fernanda Albuquerque e Silva, assessora de imprensa e mãe da Giulia, 1 ano e meio, conta que optou por um berçário perto do trabalho, mesmo sendo longe de casa: "Preferi uma escola que estivesse perto do meu serviço. Caso aconteça alguma coisa, é mais rápido chegar lá. Escolhi um lugar que atende a poucos bebês, mas vai poder atendê-la até o Ensino Fundamental, com 5 ou 6 anos. Gosto que seja assim para não precisar mudar de escolinha a toda hora", conta.

2. Como preparar a criança para a despedida?

Adapte a criança aos poucos, explique que vai sair, mas volta. Deixe claro que você precisa trabalhar e que retornará mais tarde. "É importante que a criança tenha na cabeça que a mãe vai e volta, que é normal. Assim ela ficará tranquila", explica a psicoterapeuta Laila Pincelli, do Vida Psicologia, de São Paulo.

3. O que a mãe deve fazer se a criança ficar chorando quando ela sai?

"A criança tem reações assim quando está insegura com a saída da mãe. É normal, mas a mãe deve conversar com calma, explicar que está saindo e que irá voltar", ensina Laila Pincelli, psicoterapeuta. É sempre muito difícil, especialmente para a mãe, se separar de seu filho depois do convívio intenso dos primeiros meses. "O choro da criança é a sua forma mais comum de expressar desconforto. Mas sabemos que também existem muitos outros significados que precisam ser compreendidos tanto pela mãe como pelo cuidador", completa a psicóloga Ely Harasawa.

4. O bebê pode ter problemas para comer ou dormir nos primeiros dias longe da mãe?

"Todo mundo que passa por uma mudança em sua rotina precisa de um tempo para se adaptar à nova situação. Isso acontece com as pessoas em qualquer fase da vida e com os bebês não é diferente. O pequeno pode não ter a capacidade racional de compreensão do que está acontecendo, mas sente a mudança e pode expressar esse estranhamento nas atividades de sua rotina, inclusive apresentando problemas para dormir ou comer", explica Ely Harasawa, psicóloga da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, de São Paulo. A psicoterapeuta Laila Pincelli salienta que isso não é o comum, mas acontece em alguns casos. "Esse tipo de reação se dá quando o vínculo ainda está forte demais. Se a mãe nunca deixou a criança com ninguém antes, lógico que ela vai sofrer, vai estranhar. É importante separar aos poucos para que ela entenda que a mãe sai e volta." É preciso dar um tempo para que todos se adaptem à mudança. "Se os problemas persistirem e começarem a prejudicar a saúde do bebê, é hora de pedir ajuda a um especialista", alerta Ely.

5. Existe uma maneira certa de se despedir da criança?

"A mãe não deve sair escondida, de fininho. Deve sempre deixar claro para a criança que vai trabalhar. Também é importante a mãe não estar chorosa porque isso transmite coisas ruins ao pequeno. Ela deve ter uma postura segura, clara e objetiva, dizer, por exemplo: "A mamãe vai sair e você vai ficar bem, quando eu voltar vamos brincar". Isso gera a relação de confiança", conta a psicoterapeuta Laila Pincelli, do Vida Psicologia, de São Paulo. Essa mensagem deve ser passada ao bebê com segurança e tranquilidade, pois assim ele ficará sossegado. "Uma coisa é certa: sair escondido só deixa a criança insegura e mais desconfiada. É melhor adotar sempre o mesmo comportamento para que o bebê se acostume e se sinta seguro", completa a psicóloga Ely Harasawa.

6. É errado dar presentes para compensar a ausência?

"Dar presentes não é a melhor saída e não deve, de maneira nenhuma, virar um hábito. Caso contrário, a criança aprende que, toda a vez que algo não sair como espera, ela merece ser recompensada. Lógico que dar um presente uma vez não é uma coisa terrível, mas não deve ser uma compensação porque a mãe está se sentindo culpada", explica a psicoterapeuta Laila Pincelli, de São Paulo. E lembre: "Uma sessão de risadas e cócegas mais prolongada pode ser muito mais gratificante para todos", finaliza Ely Harasawa, psicóloga, de São Paulo.

7. Muitas mães sentem como se estivessem abandonando o filho. Como lidar com a culpa?

"A culpa é quase inevitável porque a mãe se sente responsável e sabe quando é necessária para o bebê. O que ela pode fazer, no entanto, é controlar e minimizar esse sentimento. O bebê pode ficar angustiado com a despedida, mas aos poucos ele entende que a mãe vai, mas volta. Saber que a criança consegue se adaptar sem ser prejudicado ajuda a mãe a ficar tranquila e menos culpada", explica Eliana de Felice, doutora em psicologia e professora da Universidade Mackenzie, de São Paulo;

Leite: continue amamentando

8. Como tirar e armazenar o leite?


De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 34% das mães brasileiras que voltam ao trabalho deixam de amamentar. Você pode continuar amamentando mesmo trabalhando fora. "Tire o leite com a bombinha e guarde na geladeira por até 24 horas. Lembre-se de que a mamadeira deve estar bem limpa", orienta Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo.
 
9. Quantas vezes por dia a mulher deve tirar o leite?

O ginecologista e obstetra Luiz Fernando Leite explica que "a quantidade de leite varia de uma mulher para outra. O importante é não ter um intervalo maior do que quatro horas entre as ordenhas".

11. O que fazer para proteger os seios e não vazar leite no trabalho?

Voltar à rotina quando ainda está amamentando exige alguns cuidados. As conchas de proteção para os seios são necessárias para evitar que vaze leite, manche a blusa e faça você passar por aquele aperto bem na hora da reunião. "Quando voltei a trabalhar, corria para casa para amamentar e tinha sempre à mão a bomba para tirar leite. Usava as conchas de proteção e várias vezes, quando atrasava para amamentar, até esse acessório acabava vazando. Passava o maior aperto, vivia fedendo a azedo", conta, divertindo-se, Letícia Pedercini Issa, empresária, blogueira e mãe do Marcelo e do Gabriel. "Para não ficar vazando enquanto eu estava fora de casa, tirava o máximo de leite que conseguia com a bombinha e deixava para o bebê mamar durante o dia. Às vezes, ainda ficava vazando um pouco, mas eu usava absorvente nos seios para evitar constrangimentos na rua", conta Fernanda Albuquerque e Silva, assessora de imprensa e mãe da Giulia, 1 ano e meio.

12. Converse com outras mães que já passaram por isso


Trocar experiências com outras mulheres que viveram isso é muito bom, principalmente porque acalma. Também é importante deixar o seu filho com alguém de confiança, seja a avó, a babá ou no berçário. Converse com as outras mães da escolinha, troque ideias e isso ajudará a fazer dessa nova etapa uma experiência confortável, segura e tranquila", orienta a psicóloga Eliana de Felice.

13. Divida as tarefas

Eliana de Felice, doutora em psicologia e professora da Universidade Mackenzie, de São Paulo, explica que "compartilhar as tarefas com o companheiro é muito importante para que a mulher não fique sobrecarregada ou com o nível de estresse elevado. Também é bom para o marido porque ele se sente útil e incluído na família. Por fim, para o bebê também é ótimo dividir afetos. É importante que o pai - e não só a mãe - consiga deixar a criança tranquila".

14. Leve uma foto do bebê para o trabalho

Seja na carteira ou no computador, ter fotos do seu filho ajuda a diminuir a saudade enquanto está no trabalho. "Essa estratégia é ótima quando tranquiliza a mãe. Também vale ligar para casa para conversar um pouquinho com o bebê, deixar que ele escute a voz da mãe", sugere a psicóloga Eliana de Felice. Mas tudo tem um limite, pois você não pode passar o dia todo pendurada ao telefone para saber da criança. "Voltar ao trabalho é como um segundo corte de cordão umbilical. O primeiro foi físico e esse é um corte psicológico. Se a mãe está se sentindo excessivamente culpada, se ela fica o dia inteiro preocupada e não consegue se concentrar nas tarefas profissionais, é porque não está conseguindo fazer essa transição", finaliza Eliana.
 



terça-feira, 29 de março de 2016

QUEDA DE CABELO NO PÓS PARTO.. TERROR DAS MULHERES!

Gurias, quem me conhece sabe, sempre fui super dedicada com meus cabelos, investi em produtos caros e de qualidade, mas na gravidez meus cabelos cresceram muito, ficaram lindos e sedosos com um brilho invejável, as pessoas ficavam me pedindo oque eu estava tomando ou fazendo e eu simplesmente digo: a gravidez é tão mágica que nos transforma em lindas mulheres, eu amei meus cabelos novos e passei a hidratá-los duas vezes por semana por indicações de uma colega de trabalho que entende de cabelos ( os cabelos dela são lindos e muito bem cuidados).

Ai se passaram os 40 dias do pós parto e o terror iniciou junto.. a beleza que adquiri na gravidez se foi, meus cabelos começaram a cair e cair muito, cada escovada de cabelo era um pavor, até chorar eu chorei porque sempre cuidei tanto.. mas calma. nem tudo é o fim do mundo.

Tudo isso é normal pois nossos hormônios entram em ação pós parto devido ao estress que temos ( eu tive Baby Blues) e ai atingem nossos lindos cabelos e nas minhas pesquisas e com orientação médica descobri um polivitamínico potente chamado FORTALIZZE da EXÍMIA, que é muito rico em vitaminas que contem na fórmula a maior concentração de biotina do mercado, que é um dos principais nutrientes para dar força aos cabelos e unhas.

Segundo o site www.guiademulher.com.br, uma pesquisa foi realizada com mais de 60 mulheres e elas notaram a diferença, em 100% dos casos, os cabelos tomaram vida, força e voltaram a ter resistência e o que mais impressiona é que a queda parou. O medicamento ainda possui quatro vezes mais vitamina C e dez vezes mais vitamina E, além de ferro, zinco e vitamina A.

Fonte: www.guiadamulher.com.br


Outro muito comentado é o famoso PANTOGAR, também rico em vitaminas e nutrientes para os cabelos. muitas amigas minhas já o tomaram e o resultado foi satisfatório.

No site www.chegadequeda.com.br tem uma reportagem bem bacana a respeito do resultado que ele proporciona aos cabelos.


O pantogar traz força e reequilíbrio e restaura os fios dos cabelos.

Ambos não são baratos, mas são muito eficazes para as quedas dos cabelos;


Então meninas que estão com quedas de cabelo bora lá tomar essas maravilhas, mas sempre com a aprovação de seu médico, ok?



segunda-feira, 28 de março de 2016

CADEIRINHA DE DESCANSO, DEVO OU NÃO COMPRAR?

Muitas mães devem ter essa dúvida se deve ou não comprar a cadeirinha de descanso para seu bebê.

A minha dica de mãe é a seguinte:

Compre sem medo, pois é uma das melhores distrações para o seu bebê.

Eu esperei a Laura fazer 4 meses para comprar, pois agora ela está mais firmezinha e fica tranquila na cadeirinha.

Não comprei uma super cadeira, comprei uma cadeira dentro do meu orçamento e que atendesse as minhas necessidades.

O mercado oferece todos os tipos e valores de cadeiras, mas pense no seu bolso e no tempo que o bebê vai usar, o mais importante é o seu bebê gostar da cadeirinha.

Antes de comprar a da Laura, eu a levei em uma loja e testei a cadeirinha com ela, ela amou no primeiro momento, mas isso vai de bebê para bebê.

A cadeirinha tem vibração leve que auxilia no sono a deixando calma e tem musiquinhas para entretenimento, vem com um livrinho colorido revestido com papel plástico que faz sons agradáveis para o bebê, também vem com um espelhinho plástico e um urso de pelúcia com o tema dela que é de golfinhos e peixinhos.


Essa é a cadeirinha que escolhi para a minha pequena.



FAZENDO UM ENXOVAL SIMPLES PARA O BEBÊ

A Dica é: compre apenas duas peças de cada tamanho, porque você vai ganhar muita coisa acredite.

Quando fiz o meu enxoval eu comprei:

01 carrinho de bebe para passeio da marca Galzerano
01 bebê conforto da marca Galzerano
01 berço sacola da marca Baby Style (maravilhoso)
01 colchão de berço sacola ( super indico)
02 bolsas de maternidade ( mandei fazer personalizadas)
03 paninhos de boca ( você usa muito)
05 babadores de algodão
03 pares de meias de inverno
03 pares de meias de verão
01 conjunto de berço incluído 27 peças (lençois, protetores, etc)
02 toalhas de banho ( mais não precisa)
02 bodys manga longa tamanho RN ( porque minha bebê nasceu muito pequena)
02 pijaminhas manga longa
02 tip tops de plush ( mais quentinhos)
02 mantinhas para enrolar o bebê
01 saída de maternidade de verão ( pois a minha nasceu no verão)
01 aspirador nasal
01 kit de tesoura e lixa para bebês (muito útil)
01 chuepeta ( em breve vou postar a história da chupeta da minha bebê).
03 mamadeiras anticólicas ( eu comprei da marca MAN e minha bebê se adaptou super bem), pois elas são auto esterelizáveis.
03 pacotes de fraldas RN ( caso seu bebê seja pequeno)
01 trocador portátil
01 Hidraderm para limpar o bebê e não deixar assar
01 pacote de gases ( para limpar o bebê)
01 tubo de alccol 70% para limpar o coto do bebê ( pode ser o menor que tiver em spray)
01 caixa de cotonetes
01 banheira
01 shampoo johnsons da cabeça aos pés
01 pacote de lenços umedecidos
01 pomada para assaduras ( uso a Cetrilan e a Bepantol baby)


Esses itens a gente utiliza nos primeiros meses com o bebê.






ÁGUA DE AVEIA PARA BEBÊS QUE TOMAM APENAS O NAN

Gurias hoje fiz um teste sobre a água de aveia, super fácil e simples para auxiliar nossos bebês a fazerem o cocozinho tranquilamente.

Vamos lá:

Ferva em uma panela 1 litro de água + 3 colheres de aveia grossa por 5 minutos

Após ferver coe em uma peneira a água e coloque dentro da garrafinha térmica que usa para fazer o NAN.

Todas as vezes que for fazer o NAN utilize essa água.

Fica a Dica.. Bjocas

domingo, 27 de março de 2016

PÓS PARTO - O CHAMADO BABY BLUES

Desde que engravidei imaginei que o momento do nascimento de minha filha seria mágico, que tudo seriam rosas e que eu não sentiria o que senti, não desejo a nenhuma mulher, mas a maioria passa por isso.

Realmente dar a luz é algo maravilhoso e absoluto, mas o que muitas mulheres não sabem é que o pós parto pode ser doloroso não apenas no corte da cesária, mas no nosso emocional.

O chamado Baby Blues ( nome americano) nada mais é que uma crise de melancolia que temos após darmos a luz, crises intensas de choro tomam conta de nós, irritabilidade, insegurança, nossos pensamentos ficam voltados para a cobrança se seremos boas mães, entramos em desespero achando que não saberemos cuidar de nossos bebês e isso tudo porque nossos hormônios entram em ação.

Mas tudo isso passa, passam algumas semanas e a gente vai melhorando, tudo vai passando, esse sentimento de tristeza, choro e insegurança term fim e ativamos dentro de nosso cérebro algo que devemos chamar de botão master de mamãe. 

Despertamos dentro de nós a incrível maneira simples de como devemos cuidar de nossos bebês, dispensamos as pessoas que mais nos ajudaram porque a gente sente que chegou o momento de "assumirmos o cargo" , de nos olharmos no espelho e limparmos as lágrimas porque agora temos a maior responsabilidade do mundo que é aquele ser tão pequeno e frágil e que depende totalmente de nós.

Tudo fica mais tranquilo, os dias passam e vamos nos sentindo cada dia mais seguras e determinadas a buscar o melhor para os nossos pequenos. Nao podemos esquecer de pedir desculpas as pessoas que podemos ter magoado com nossas ações, com nossa falta de paciência, com nossa insegurança, sempre temos que pensar em nosso próximo.

Uma dica: se você está grávida e já teve sintomas de depressão, estress ou algo parecido, fale com seu médico obstetra tudo o que estiver sentindo, apenas ele poderá te dizer o que deves fazer.





NÃO TENHA MEDO DE TER FILHOS


Muitas vezes eu me perguntava como seria quando eu fosse mãe...
Tinha medo do que as pessoas me diziam, que eu nunca mais ia dormir, que eu ficaria 24 horas em cima do filho, que minha vida iria mudar e que era para pensar muito antes de ter um filho, etc.

Hoje estou vivenciando isso e posso dizer a todos " Ser mãe é a melhor coisa do mundo" e se eu soubesse teria ficado com menos medos, incertezas..

Mas a gestação em si, é um presente que Deus nos dá, passamos os 9, quase 10 meses carregando nosso filho, nos cuidamos em tudo, na alimentação, nos movimentos, tomamos muito líquido, enfim.. mil e um cuidados.. ai chega o grande dia, o nascimento, a gente se sente insegura e ao mesmo tempo feliz, mas após o parto passamos por transformações hormonais, que nos deixam muito sensíveis, a gente chora muito, por qualquer coisa e ao olharmos para aquele serzinho tão pequeno, tudo se transforma, a força de ser mãe vem, a segurança, parece que nosso cérebro ativa dentro de nós todos os sentidos de como devemos agir pra cuidarmos, protegemos nosso filho, tudo é magico, a gente adquire força, fé e muita responsabilidade...e as noites sim ficam mais curtas, o dia parece não passar, mas tudo isso nada importa porque temos nosso filho ali conosco e o maior amor do mundo cresce a cada dia com cada olhar dele, os primeiros sorrisos... tudo é perfeito, nada doloroso, nada impossível..e hoje tenho a certeza de que me tornei uma grande mãe e digo a todas as mulheres, não tenham medo de ter filhos, se não puderem ter, adotem um, pois o amor verdadeiro tem um grandioso significado: SER MÃE.